Os apps de delivery dominam a descoberta de restaurantes no Brasil. Conhecer como cada um cobra ajuda a decidir onde estar e, principalmente, por que vale ter um canal próprio em paralelo. Veja o panorama.
Como funcionam as taxas dos marketplaces
A lógica é parecida entre eles: o app traz alcance e cobra por isso, principalmente via comissão por pedido, somada a plano e, às vezes, pagamento online e logística. A faixa típica vai de 12% a 30% do pedido — entenda em taxas do iFood.
O que avaliar em cada app
| Critério | Por que importa |
|---|---|
| Comissão por pedido | Principal custo |
| Alcance na sua cidade | Quantos clientes potenciais |
| Logística inclusa | Você entrega ou o app? |
| Pagamento online | Taxa adicional |
| Público do app | Combina com seu cardápio? |
O ponto cego: dependência
Estar só nos apps significa pagar comissão para sempre e não ser dono dos dados do cliente. Cada pedido recorrente que poderia ser direto continua custando comissão. É por isso que vale combinar com um delivery próprio.
A estratégia inteligente: híbrido
- Use os apps como vitrine para captar clientes novos
- Tenha um cardápio digital próprio sem comissão
- Migre a recompra para o canal direto com incentivos
Assim você aproveita o alcance dos apps sem entregar toda a margem.
Perguntas frequentes
Qual o app de delivery mais usado no Brasil?
O iFood é o de maior alcance, mas há outros marketplaces regionais e nacionais. O importante é avaliar comissão e público de cada um.
Vale a pena estar em vários apps?
Pode ampliar o alcance, mas multiplica a comissão. O canal próprio é o que equilibra a conta, capturando a recompra sem taxa.
Como reduzir o custo com apps?
Migrando a recompra para o canal próprio e usando os apps só para captar clientes novos.
Conclusão
Os apps trazem alcance, mas cobram caro por ele. Combine-os com um canal próprio para crescer com margem. Crie o seu no fasty.food e pare de pagar comissão na recompra.