fasty.food e iFood resolvem problemas diferentes — e confundir os dois faz você pagar caro por algo que poderia ter sem comissão. Este comparativo mostra, sem rodeios, o que muda para o seu restaurante na margem e na operação, e por que muitos donos acabam usando os dois juntos.

O que cada um é, na essência

  • iFood: um marketplace de alcance. Coloca seu restaurante na frente de milhares de clientes que já abrem o app com o cartão na mão. Em troca, cobra comissão sobre cada pedido e fica com os dados do cliente.
  • fasty.food: uma plataforma de canal próprio. Você tem cardápio digital com link, recebe os pedidos prontos pelo WhatsApp, com CRM e fidelidade, e gerencia tudo sem comissão por venda.

Por isso não são exatamente concorrentes: um capta clientes novos, o outro retém com margem.

Comparativo completo

Critério iFood fasty.food
Comissão por pedido 12% a 30% 0%
Dono dos dados do cliente Plataforma Você
Cardápio digital próprio Encerrado dentro do app Sim, com link próprio
Alcance / vitrine Alto Você divulga
Custo Comissão + plano + taxas Grátis ou mensalidade fixa
CRM e fidelidade Limitado Inclusos
Logística Pode usar a do app Sua (frota ou sob demanda)
Risco de mudança de regra Alto Nenhum

O que muda na margem (com números)

A comissão incide sobre a venda inteira, antes dos seus custos. Num restaurante que fatura R$ 30.000/mês:

Item iFood (25%) fasty.food
Faturamento R$ 30.000 R$ 30.000
Custo do canal – R$ 7.500 – R$ 149 (mensalidade)
Sobra R$ 22.500 R$ 29.851

Mais de R$ 7 mil/mês de diferença. Mesmo migrando só metade dos pedidos, são milhares de reais de volta no caixa. Entenda melhor em quanto a comissão tira do lucro.

O que muda na operação

  • Pedidos chegam prontos no seu WhatsApp, sem intermediário e sem comissão.
  • Cliente é seu: dá para fidelizar e fazer recompra direta.
  • Cardápio é atualizado por você, na hora — preço, item esgotado, promoção.
  • Sem dependência de regras que mudam (como o fim do cardápio digital do iFood).

A verdade: o melhor costuma ser usar os dois

Para a maioria, não se trata de abandonar o iFood, e sim de equilibrar: iFood para captar clientes novos e fasty.food para a recompra sem comissão. É a lógica de marketplace ou delivery próprio — você aproveita o alcance do app e recupera a margem na recompra, migrando o cliente com QR Code na embalagem e cupom.

Como começar o canal próprio sem perder o alcance

  1. Crie o cardápio no fasty.food (leva minutos).
  2. Mantenha o iFood ativo para clientes novos.
  3. Capture o cliente na entrega e dê incentivo para pedir direto.
  4. Suba mês a mês a fatia de pedidos diretos — veja como reduzir a dependência do iFood.

Perguntas frequentes

fasty.food substitui o iFood?
Substitui a parte de receber pedidos sem comissão e ser dono do cliente. O alcance do marketplace pode ser mantido como vitrine de aquisição.

Preciso sair do iFood para usar o fasty.food?
Não. Muitos restaurantes usam os dois: o app para captar e o fasty.food para reter sem comissão.

Quanto economizo migrando a recompra?
Toda a comissão sobre os pedidos que passarem a ser diretos — em faturamentos médios, milhares de reais por mês.

O cardápio do fasty.food aparece no Google?
O link pode ser divulgado e o Google Meu Negócio ajuda a ser encontrado em buscas locais, algo que o cardápio dentro do app não te dava.

Conclusão

iFood traz alcance; fasty.food devolve margem e o cliente. Combinar os dois costuma ser o caminho mais lucrativo. Crie seu canal próprio no fasty.food e comece a recuperar a comissão na recompra.